quinta-feira, 20 de novembro de 2008

De Zumbi a Obama


(Zumbi, Anastácia, Luísa Mahin,João Cândido, Martin Luther King Jr. Malcom X, Steve Biko, Lélia Gonzales,Nelson Mandela,Barack Obama)
Saudações “aventureiras” do Tempo Perdido, hoje dia nacional da consciência negra, momento de reflexão sobre a questão racial no Brasil, nada mais pertinente do que observar que mesmo com toda intolerância racial que existe não só aqui e contra os negros, mas também em vários lugares do mundo e com diversas etnias muitas coisas avançaram.
Destacando dois ícones do movimento negro Zumbi herói brasileiro ancestral e Obama presidente eleito da maior potência mundial é impossível não saudar a memória e a luta de vários nomes da luta pela igualdade racial, Anastácia, Luisa Mahin, João Candido, Martin Luther King, Malcom X, Lélia Gonzáles, Nelson Mandela, Steve Biko e outros inúmeros nomes conhecidos ou não que deram e ainda dão seu sangue pelo fim de toda discriminação racial.
Os tempos são ainda de luta, mas a esperança renova-se quando se vê o feriado do dia 20 de Novembro sendo encampado por mais e mais cidades no Brasil (inclusive a minha – Ribeirão Preto) e em tempos da eleição de Barack Obama a problemática racial cada vez mais está à tona. Espero que se a “Obamania” passar o debate sobre o racismo e suas implicações não sejam deixados de lado, principalmente no Brasil onde a questão do preconceito é algo intra - cultural, reconhecido por poucos, mas ignorado por muitos.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

"Obama nas alturas"



Saudações “aventureiras” do Tempo Perdido, alguns dos leitores do blog não devem saber, que sou professor de história, algo que não comento muito por aqui, pois esse blog na realidade é uma espécie de “alterego cartático” o qual uso com certo humor para observar o mundo às pessoas enfim tudo o que me interessa e que eu acho que interessa as pessoas que navegam na net.
O motivo do comentário a cima reside no fato que nesse post me lado historiador e afro descendente está em no mínimo extasiado, não é todo momento que se pode presenciar um acontecimento histórico em sua construção e o provável inicio de um processo de histórico que pode dar uma nova linha para o século XXI e quem sabe o milênio. Eu já me achava um privilegiado por ter presenciado a queda do muro de Berlim, os atentados de 11 de setembro, o pentacampeonato da seleção brasileira(RS!) só isso seria o suficiente para reflexões e livros e muita discussões pelos próximos anos, mas quando se pensa que mais nada poderia surpreender, surge o furacão Obama, há anos atrás quando ouvi falar do então desconhecido senador de Helenos e sua ascensão dentro dos quadros democratas e a possibilidade de sua candidatura a presidência do Estado Unidos confesso que fiquei descrente, a possibilidade de um presidente negro estadunidense para mim era algo que aconteceria num futuro ainda distante, ainda mais com a onda neoconservadora capitaneado pelo George W. Bush apoiado pelo temor irracional do pós 11 de Setembro.
A eleição de Barack Obama que em minha opinião indevidamente atribuída somente a crise econômica mundial somada incompetência e o reacionarismo do governo Bush é um dos fatos que merecem realmente o selo de histórico. Fica difícil não entusiasmar-se com isso, o mundo está exultante, pela primeira vez vimos um processo político global...tão a cara do século XXI, a campanha moderna utilizando a internet,falando com a juventude não só estadunidense com a mundial ,exemplo disso o monstruoso comício em plena Alemanha.
O dia 5 de Novembro de 2008 abre um capitulo inédito e muito desafiador não só para os Estados Unidos como para própria humanidade, uma perspectiva de mudanças que podem ser o marco de um nova virada na humanidade. É verdade que tudo é nebuloso, uma clara aposta numa das coisas que a humanidade tem de melhor o otimismo, não vai ser fácil e nem tão rápido mas creio que realmente um grande mudança está em curso.
Há única coisa que me aflige é que em pleno século XXI em um país como o Brasil que é laureado como uma “democracia racial”, a mudança ainda não chegou e realisticamente demorara talvez minha geração não veja um presidente do Brasil negro, mas sinceramente espero estar errado e ser surpreendido, como fui com o Obama, por isso é que digo “Obama nas alturas”

domingo, 28 de setembro de 2008

Alerta importante

As alucinantes noitesdos camicases

Um novo perfil de paciente chega ao consultório dosinfectologistas: jovens com menos de 25 anos que, embalados por álcool e drogas, deixam a camisinhade lado e se contaminam com o HIV
Autora:Adriana Dias Lopes

"Sempre soube da importância da camisinha. Minha mãe insistia para que eu nunca saísse de casa sem ela. Certa vez, na escola, uma professora demonstrou como usar o preservativo. Achei patético. Aquilo não era para mim. No fundo, achava que aids era coisa de gay. Aos 16 anos, no início da minha vida sexual, eu até usava camisinha, com medo de engravidar as meninas. Depois, desencanei por causa da bebida. Sob o efeito da cerveja e do uísque, aí é que a camisinha não saía mesmo do meu bolso. Meus amigos também agem assim. Há três semanas eu descobri que tenho o vírus HIV. É óbvio que eu tomei um susto. Mas agora estou mais tranqüilo. Daqui a uns dias vou começar a tomar o coquetel contra a aids. Sei que terei uma vida normal."
O relato do estudante paulistano A.K., de 21 anos, é aterrador. Impressiona pelo descaso com o sexo seguro e, agora, pelo modo como enfrenta a infecção pelo HIV. Ele não é uma exceção. Rapazes e moças como A.K. se tornaram figuras freqüentes nos consultórios dos grandes infectologistas brasileiros: jovens de classe média, com menos de 25 anos, contaminados pelo vírus da aids em baladas regadas a muito álcool e drogas. "Em 28 anos de consultório, nunca vi tamanho desdém pela proteção sexual", diz Artur Timerman, infectologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. "E esse descaso é provocado pelo abuso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes." Oficialmente, a ocorrência de aids entre os jovens de 13 a 24 anos mantém-se estável nos últimos cinco anos. Eles representam 10% do total de infectados no país a cada ano, o que equivale a cerca de 3.000 casos. "Mas é urgente que essa rapaziada mude de comportamento já", alerta o infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês. "Do contrário, prevejo uma explosão da contaminação por HIV entre os jovens." Até recentemente, os portadores do vírus com menos de 25 anos que chegavam ao consultório de Uip eram, no máximo, três por ano. De 2007 para cá, o médico passou a atender, em média, um paciente com o mesmo perfil por mês. "Estou estarrecido com a postura camicase desses garotos", afirma o infectologista.
Em algumas situações, o comportamento irresponsável adquire contornos suicidas. Comum entre os gays americanos desde os anos 90, vem ganhando força no Brasil a prática do bare-backing, em que homossexuais masculinos se expõem voluntariamente ao vírus da aids em relações sem proteção. A expressão barebacking pode ser traduzida como "cavalgada sem sela". Nessa roleta-russa da aids, um portador do HIV é chamado a participar de uma orgia. Ele pode ou não receber dinheiro por isso. Quando é contratado, o valor fica em torno de 3.000 reais. Batizado de "gift" (presente, em inglês), o soropositivo não é identificado. Todos os outros convidados, porém, sabem que na festinha há pelo menos um portador do HIV – e se divertem com o risco de ser infectados. Essa maluquice é protagonizada, em geral, por homens de 16 a 30 anos. Aos 48 anos, R.F. está contaminado há quinze. Já participou de uma dezena de barebackings. Num deles, foi o "presente", mas pediu para ser identificado. "Apesar do lenço vermelho amarrado no braço, o que denunciava o HIV, muitos quiseram ter relações comigo sem camisinha", conta R.F.
Istockphoto.com
Campanha antiaidsCartaz de alerta sobre os riscos oferecidos pelo crystal, droga muito disseminada entre os gays americanos: "Basta uma noite com o crystal para jogar fora anos de sexo seguro"
As drogas que alavancam o comportamento sexual irresponsável – tanto de homossexuais como de heterossexuais – podem ser pesadíssimas. Além da onipresente cocaína, consome-se bastante o chamado special K, um anestésico de cavalo com efeito alucinógeno arrebatador. Outra droga que começa a despontar no Brasil é o crystal. Derivado da anfetamina, ele é muito comum nas festas gays. Nos Estados Unidos, onde o seu uso está amplamente disseminado, o crystal é alvo de campanhas antiaids por favorecer enormemente o sexo sem proteção. Um estudo publicado no Journal of Acquired Immune Deficiency Syndromes mostra que o crystal aumenta em 46% o risco de infecção pelo HIV. O álcool, por sua vez, quando consumido em excesso, quintuplica a probabilidade de um jovem fazer sexo sem proteção. Com a palavra a gaúcha C.A., secretária de 28 anos:
"O abuso de bebida na adolescência me levou a ter aids. Quando completei 18 anos, conheci um cara que adorava beber e eu passei a acompanhá-lo nas bebedeiras. A partir do nosso terceiro encontro, abandonei o preservativo. O álcool distorcia a minha visão da realidade. Dois meses depois do início do relacionamento, nós nos separamos. Sete anos mais tarde, por causa de uma febre alta que não cedia, descobri que estava com aids. Desconfio que peguei a doença daquele namorado. Mas não tenho certeza porque depois dele voltei a fazer sexo sem proteção. Infelizmente, existe a possibilidade de eu ter infectado outras pessoas sem saber".
Um estudo conduzido pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo revela que 44% dos brasileiros recém-diagnosticados com HIV (14.000 pessoas ao ano, segundo as estatísticas oficiais) só descobrem a infecção com a manifestação dos primeiros sintomas da doença, como aconteceu com a secretária C.A. Em média, da infecção aos primeiros sinais da doença transcorrem sete anos. Ou seja, ao longo de todo esse período, homens e mulheres infectados podem pôr a vida de outras pessoas em risco – além da sua própria. Graças à evolução dos coquetéis de remédios, os jovens de hoje formam a primeira geração que não presenciou a devastação causada pelo HIV nos anos 80. "Para essa juventude, a aids parece ser uma realidade distante", diz o sanitarista Alexandre Grangeiro, coordenador do trabalho da USP. "Além disso, como os retrovirais estão mais eficazes, os jovens superestimam os efeitos dos medicamentos e acreditam que podem tratar a aids como um mal crônico qualquer." De fato, tais remédios têm tudo para garantir uma longa vida ao jovem A.K., o estudante de 21 anos que acaba de se descobrir portador do HIV. A "normalidade" que ele imagina, no entanto, é uma ilusão. Apesar de todos os progressos na área farmacêutica, conviver com o HIV não é tão simples assim. Os remédios só fazem efeito se tomados à risca, apresentam efeitos colaterais desagradáveis e a quantidade pode chegar a nove comprimidos diários. O melhor é não ter de tomá-los. Muito melhor é ter responsabilidade.

Fonte:http://veja.abril.uol.com.br/011008/p_096.shtml

Reflexão sobre nosso presidente

..saudações caros "aventureiros" do Tempo Perdido, recebi esse texto do meu amigo professor Julío Brandão, companheiro de sindicato que me fez refletir sobre a relação da sociedade e nosso atual presidente do qual sempre fui fã, desde de o momento que percebi que ele "ó cara" que é cara do Brasil e na minha opinião todos deveríamos ter orgulho desse cidadão brasileiro acima de tudo:


Eu também quero amar o Lula

José Pedro GoulartDe Porto Alegre (RS)

Lá pelas tantas, no filme Sangue Negro, o Daniel Day Lewis fala sobre si: "Sou muito competitivo". E conclui: "Só o meu sucesso não adianta, é preciso que os outros fracassem". Bela síntese. Especialmente em época de eleições.
Essa semana, aliás, saiu uma pesquisa mostrando o Lula com altos índices de aprovação. O povão diz que a vida melhorou a partir dele e o leva na confiança. Lula, sem dúvida é um populista, matreiro, esperto - essas coisas que ouvimos aqui e ali às pencas, eu mesmo já escrevi assim. Mas agora me dê licença para o risco, o risco de uma declaração de afeto por um político: eu também quero me associar nesse clube de amor.
E digo mais, já que é para arriscar: muitos brasileiros posudos não confessam mas também amam secretamente o presidente, até mesmo aquele colunista da Veja - que o ódio recorrente não me engana e nada mais é no caso do que a vontade reprimida de abraçar e rolar com o sapo barbudo na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapé.
E porque não? Por que não podemos amar nosso presidente? Por que não podemos ter nosso Kennedy? Nosso Roosevelt? Ou nosso Churchill? Afinal, nunca se viu na história desse país um sujeito como ele. "Ah, mas o cenário mundial ajudou", dizem os críticos. Ou: "ele nada fez, exceto continuar o que o FHC começou". E por aí vai. Salve a democracia. Aos histéricos, porém, indico a releitura do primeiro parágrafo.
A verdade é que o Lula enfrentou uma resistência que poucos enfrentaram. A resistência da tal "elite branca", que é formada por empresários abonados, jornalistas graduados, posseiros em geral, togados empedernidos, generais de quatro divisas e coronéis sem patente; enfim, los dueños de la pelota. Mas apesar disso, do nariz torcido, das pequenas e grandes sabotagens, o cara tem governado com consciência e habilidade. E com uma inesperada elegância. Ou não?
Pensei nisso quando, para meu espanto, li nos jornais críticas intriguentas de toda ordem ao ótimo discurso do Lula na ONU. Ou quando vejo os empresários, que andam rindo sozinhos, fazerem reclamações ligeiras, só para não perderem a pose. Há um certo esnobismo nisso. O pessoal letrado insiste em sonegar do Lula o afeto que lhe é devido.
Ok, recomenda-se cautela com políticos: há sempre uma chance de enterrarem nosso coração na curva de um rio de lama. Mas, por uma melhor auto-estima nacional; pela diminuição da nossa famosa síndrome de vira-latas, quem sabe a gente possa admitir (aceitar) nosso amor pelo presidente do Brasil?

José Pedro Goulart é cineasta e jornalista.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

História, Biologia e Cerveja

Saudações caros "aventureiros" do Tempo Perdido, o artigo abaixo é muito interessante e reforça minha crença que a espécie humana não evoluiu para o homo sapiens sapiens e sim para o homo cachacisticos cevaceos:
Homem se tornou agricultor para beber cerveja, diz biólogo

Pesquisa foi apresentada em novo livro sobre origens da agricultura.Aporte alimentar da lavoura, no início, teria sido pequeno demais.
Da EFE

O homem se tornou sedentário e agricultor há cerca de dez mil anos, iniciando a Revolução Neolítica, para beber cerveja e se embriagar, e não com a finalidade de melhorar ou garantir sua alimentação. A afirmação foi feita pelo biólogo e historiador natural alemão Josef H. Reichholf em seu novo livro "Warum die Menschen sesshaft wurden" ("Por que os homens se tornaram sedentários", em tradução livre).


Modelo de fabricação de cerveja no antigo Egito (Foto: Reprodução)
A obra começou a ser vendida hoje nas livrarias da Alemanha e explica as causas da revolução que deu lugar à formação de povos e religiões. O acadêmico da Universidade Técnica de Munique considera errada a teoria de que a humanidade começou a cultivar plantas, abandonou a vida nômade e se estabeleceu de maneira permanente em um lugar determinado para se alimentar melhor.
"Essa visão habitual confunde causas e conseqüências. Para que os caçadores e agricultores abandonassem sua forma de vida e alimentação tradicional teve de acontecer alguma vantagem inicial", explica, e ressalta que no início "o cultivo de plantas não trouxe consigo nenhuma vantagem sobressalente para a sobrevivência".

Trabalho demais
Reichholf acrescenta que as colheitas iniciais eram muito pequenas e o cultivo da terra era muito trabalhoso, o que não garantia a sobrevivência de um povo apenas da agricultura. Ele afirma que o homem neolítico continuou caçando e colhendo para subsistir. Nesse sentido, classifica igualmente de errada a teoria de que nas primeiras regiões de assentamento sedentário da humanidade, que vão do Egito à Mesopotâmia, havia pouca caça e muita vegetação.
"Era totalmente diferente", assegura o especialista, que considera que essas regiões eram ricas em caça, por isso não havia necessidade de abandonar essa forma de subsistência, e julga absurda a teoria de que uma região possa ser rica em frutos e pobre em animais selvagens ao mesmo tempo.
"Ao contrário, eu afirmo que a agricultura surgiu de uma situação de abundância. A humanidade experimentou com o cultivo de cereais e utilizou o grão como complemento alimentício. A intenção inicial não era fazer pão com o grão, mas fabricar cerveja mediante sua fermentação", disse Reichholf à imprensa na apresentação do livro. O alemão assegura que a humanidade sempre sentiu necessidade de alcançar estados de embriaguez com drogas naturais que "transmitem a sensação de transcendência, de abandono do próprio corpo", conclui.

Fonte: Portal G1 09/09/2008: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL753434-5603,00-HOMEM+SE+TORNOU+AGRICULTOR+PARA+BEBER+CERVEJA+DIZ+BIOLOGO.html

sábado, 16 de agosto de 2008

Isso eu já sabia!!

Saudações caros "Aventureiros" do Tempo Perdido, sobre essa noticia que estou repassando só um comentário: alguém gastou dinheiro e tempo pra pesquisar sobre algo que qualquer boêmio já sabe a milhares de anos.

13/08/2008 - 16h33
Álcool 'torna as pessoas mais bonitas', indica estudo
Da BBC Brasil
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Depois de uns copos de cerveja, as pessoas realmente começam a achar os outros mais bonitos, segundo um estudo feito por cientistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e publicado na revista New Scientist. A equipe liderada por Marcus Munafò, do Departamento de Psicologia Experimental, conduziu uma experiência com 84 alunos heterossexuais, pedindo que eles consumissem uma bebida não-alcoólica com sabor de limão ou uma bebida alcoólica com um sabor semelhante. A quantidade de álcool variava de acordo com o indivíduo, mas foi calculada para ter o efeito que um copo de 250 ml de vinho teria em uma pessoa de 70 kg - ou seja, o suficiente para deixar parte dos alunos levemente embriagados. Quinze minutos depois, os pesquisadores mostraram fotografias aos participantes de pessoas da sua idade, de ambos os sexos. Tanto os homens como as mulheres que haviam consumido álcool avaliaram as pessoas retratadas como mais atraentes do que os participantes do grupo de controle (que tinham tomado a bebida sem álcool). A New Scientist destaca como surpreendente o fato de que os resultados não se aplicaram apenas ao sexo oposto, ou seja, homens que haviam tomado álcool também consideraram os homens nas fotografias mais atraentes, assim como as voluntárias, em relação às mulheres fotografadas. Esse último dado vai além dos resultados de um estudo anterior feito pela Universidade de Glasgow, na Escócia, no qual o efeito do álcool na percepção da beleza só havia sido verificado entre homens olhando para fotografias de mulheres e vice-versa. Segundo a revista, Munafò pretende estudar como o efeito varia de acordo com a quantidade de álcool ingerida, embora, por questões éticas, não possa estudar o efeito de doses que fazem com que as pessoas não consigam mais focar nos rostos. Um outro estudo citado pela revista, realizado na Universidade de Yale, indica que as pessoas também tendem a assumir comportamentos sexuais mais arriscados depois de beber, o que poderia ser explicado pelo fato de o álcool baixar as inibições das pessoas "por meio de um efeito direto no cérebro ou ao oferecer uma desculpa conveniente para esse tipo de comportamento".

http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2008/08/13/ult4432u1545.jhtm

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O Coringa é o "cara"

...saudações caros "aventureiros"do Tempo Perdido, após um período de férias merecidas e curtas demais aqui estou de volta,hoje gostária de comentar so o novo filme do Batman, "O Cavaleiro das trevas", há muito sou fã do morcegão, inclusive já coloquei alguns posts comentando sobre isso. Como bom fã fui assistir o filme e sinceramente adorei o filme é muito bom, mesmo quem não é fã vai gostar, mas o melhor do filme não é o Batman, nem o roteiro (na minha modesta opinião) bem elaborado e o visual bem trabalhado, mas sim ele o Coringa Heath Ledger encarna o "cão chupando manga e mostrando os dentes" o palhaço do crime é mal, pscopata, anáquico um vilão de primeira, vale apena assistir o filme só pela atuação (bota o coringa do Jack Nicholson no esquecimento), um ótimo ator, e não por ele está morto.

sábado, 12 de julho de 2008

Em tempos de Lei Seca

Motorista é pego no bafômetro e apanha da mulher
Da Redação
A nova "lei seca", além de diminuir o número de acidentes no trânsito, tem causado atritos em casamentos. Um destes casos aconteceu em Porto Alegre no começo da manhã de sexta-feira (11). Segundo o jornal "Zero Hora", um homem dirigia sua Pajero embrigado, quando bateu em um Siena na esquina de duas avenidas da capital gaúcha. Foi obrigado a fazer o teste do bafômetro, e, é claro, foi pego. O motorista da Pajero foi levado ao Palácio da Justiça. Acontece que sua esposa, que não estava no carro e não viu o acidente, quando descobriu o que tinha acontecido, deu uns belos cascudos no homem.Tia Izildinha, que nunca foi de tolerar as besteiras do marido, acha que a surra foi bem merecida. Ela só se preocupa com o grau alcóolico do motorista irresponsável; afinal, se estivesse muito bêbado, ele poderia nem se lembrar do motivo por que apanhou...

Fonte:http://noticias.uol.com.br/tabloide/tabloideanas/2008/07/11/ult1594u1352.jhtm

domingo, 22 de junho de 2008

Vai entender.

Saudações caros (e talvez desaparecidos) "aventureiros" do Tempo Perdido,hoje reproduzo no blog um artigo do site Terra, comentando as falas de lideres racistas que apoiam Obama para presidência do EUA, sinceramente nem sei o que dizer.Leiam o artigo e ajudem a construir uma idéia sobre o assunto:

Revista: líderes racistas dos EUA apóiam Obama

A revista americana Esquire publicou nesta última semana uma matéria com declarações polêmicas de grupos que defendem a supremacia branca sobre o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama. Em geral, as opiniões manifestam apoio ao senador de Illinois, apesar de serem radicais e às vezes preconceituosas.
O diretor do grupo Resistência Ariana Branca, Tom Metzger, por exemplo, considera Obama um racista, mas diz não ter problemas com ele. "O Obama, de acordo com o seu livro Dreams Of My Father, é racista, mas eu não tenho nenhum problema com racistas negros. O problema é que ele está sendo desonesto sobre visões raciais", afirmou à revista.
"Eu iria respeitá-lo se ele dissesse: 'sim, eu sou um racista negro'", explicou. Para Metzger, não faz diferença de quem vai assumir o comando do país, já que quem manda são as empresas. "Eu não sou da esquerda nem da direita. Eu odeio as corporações transnacionais." No entanto, tem uma posição firme sobre McCain. "Ele quer guerra. É uma pessoa assustadora."
Erich Gliebe, chefe da Aliança Nacional, uma organização que se diz contra a integração entre as raças, também considera Obama uma pessoa racista, mas acha que ele é melhor que McCain porque ele tem "consciência racial". "Com Obama, as pessoas irão perceber que os não-brancos também podem ter orgulho de ser como são", disse.
Sobre o candidato republicano, a opinião de Gliebe é parecida com a de Metzger. "Ele quer deixar os EUA em guerra no Oriente Médio por mais 100 anos, e isso não é bom. Eu estou dando meu crédito a Obama. Ele é muito inteligente, um excelente orador e tem carisma. McCain não tem nada disso. Talvez o melhor para os brancos seja ter um presidente negro."
O chefe do Partido Nazista Americano, Rocky Suhayda, compartilha a visão sobre McCain com Gliebe e Metzger. Para ele, McCain está "quase morto" e "quer lutar uma guerra sem fim ao redor do globo para deixar o mundo mais seguro para a exploração judeu-capitalista". Sobre o virtual candidato democrata, Suhayda afirmou: "Obama é o típico negro que eu respeito".
"Ele é um homem negro que ama os seus semelhantes, pertence a uma religião nacionalista-negra e é casado com uma mulher negra. Quando uma pessoa proeminente abraça suas heranças raciais de uma maneira positiva, é bom para todas as raças", disse o admirador de Hitler. Obama, no entanto, não é unanimidade entre os grupos radicais nos EUA.
Ron Edwards, membro do Imperial Klans of America, grupo herdeiro do Ku Klux Klan, não acha que os americanos realmente queiram um presidente negro. "A maioria das pessoas está com medo de dizer no que realmente acreditam. Elas sentam à mesa e falam de uma forma, mas quando estão em publico, elas mostram outra face, emitem outra opinião", afirmou.
Admirador de armas, Edwards teme que McCain, caso venha a ser eleito, faça uma bagunça nas leis relacionadas ao setor. Mesmo assim seu voto será republicano. "Ele é contra um monte de coisas as quais eu sou a favor, Mas meu voto é republicano, e o da maioria dos meus companheiros também é", concluiu o anti-semita que diz não gostar de homossexuais.
A declaração mais surpreendente talvez seja de Yahanna, chefe do Israeli School of Universal Practical Knowledge, grupo ligado aos Hebreus Israelitas Negros (BHI, na sigla em inglês). Para ele, o dia em que Obama foi escolhido o candidato democrata foi "um dos mais tristes da história negra". Segundo as palavras dele à Esquire, "outro legado de morte para os negros está prestes a começar, assim como nos anos 1960, com Martin Luther King".
"Todo líder negro que obtém alguma forma de poder dá à raça uma falsa esperança, quando, de fato, quanto mais perto eles chegam da situação branca, mais eles se tornam um inimigo das pessoas negras. Os negros precisam sair dessa situação e se dirigir a uma mudança moral. Obama, em primeiro lugar, nem é uma pessoa negra assim como a própria raça se define."

Redação Terra


http://noticias.terra.com.br/mundo/eleicoesnoseua2008/interna/0,,OI2959512-EI10986,00.html

domingo, 9 de março de 2008

Carta a Secretária da Educação de São Paulo

Saudações caros "aventureiros " do Tempo Perdido, a carta abaixofoi um mensagem enviada por mim a Secretária de Educação do de São após a retiradade um adicional do salário de milhares de professore, inclusive eu. A atitude do governo paulista revela a total falta de preucupação com os professores do Estadode São Paulo, detalhe foram retirados 20% do nosso salário sem o minímo aviso prévio:

Exma. Sra. Secretária da Educação do Estado de São Paulo, Maria Helena Guimarães

Venho por meio deste e-mail, externar minha consternação com os últimos acontecimentos do início do ano letivo. Ao voltarmos das férias fomos surpreendidos com a retirada do A.L.E de nossa escola, ficamos aturdidos pois nossa escola encontra-se em uma área da alta vunerabilidade social, onde os problemas com drogas e violência são cotidianos, posso atestar isso pois residi no bairro 25 anos de minha vida e estudei na escola onde hoje leciono. Além das questões sociais, o que também credencia nossa escola ao adicional é a distância em relação a diversos bairros de nossa cidade, haja vista que nossa cidade cresce assustadoramente e o custo de transporte acompanha esse crescimento e muitos professores são obrigados a deslocar-se distâncias grandes arcando com os custos, já que nosso auxílio transporte é mínimo ou inexistente.
Mas o que mais nos causou indignação foi a maneira abrupta, sem aviso, como foi retirado o A.L.E, pois assim como qualquer trabalhador merecíamos no mínimo um aviso, já que contamos com esse dinheiro para fazer face às nossas despesas (aluguel, prestações, financiamentos etc.) e está sendo uma situação de difícil gestão que está levando ao desespero e ao enfurecimento não só meu, mas de diversos colegas, como a senhora e sua acessoria já devem ter percebido após os vários e-mails que temos enviado.
O que mais impressiona nesta triste situação de descaso com o corpo docente não só de nossa escola como das demais de onde o A.L.E foi retirado, é a aparente insensiblidade da secretaria somada à incompetência política em perceber a tamanha insatisfação que a tal malfadada atitude teria na rede. Desculpe-me a sinceridade, mas nem na ditadura militar os governantes eram capazes de um erro de avaliação tão sério em relação ao funcionalismo. Encerro esta mensagem com a esperança de que a senhora reveja os critérios sobre A.L.E, e com uma sugestão: é politicamente mais lucrativa para o governo a incorporação do beneficio a todas as escolas da rede, do que ter que lidar com pessoas que até então nunca se manifestaram contra a política da Secretaria. Seus antecessores parece-me que foram mais sábios ao lidar com a classe docente do Estado de São Paulo.


Obrigado pela atenção,

Prof. Rogério Fernando Clementino de Alvarenga.
E.E. Prof. Dr. Oscar de Moura Lacerda- Ribeirão Preto – São Paulo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Na primeira ou na segunda divisão sempre Timão

...Saudações caros "aventureiros" do Tempo Perdido, cá estou eu após um bela a viagem ao maravilhoso estado de Sergipe e dentre as várias coisa que queria dizer nesse inicio de ano uma dela é sobre o meu grandioso Timão, que foi rebaixado justamente, me fez sofrer mas nunca deixará de ser "meu" Timão...e essas fotos abaixo mostram que não sou só eu que acreditando Corinthians:



O terceiro uniforme do timão "sou torcedor roxo"























O modelo do caro para super liga de corrida onde participarão vários times de nivel internacional




E finalmente uma "BBB" gostosa e sem vergonha de ser corinthiana o símbolo mor do Timão.